Enquanto grandes players cobram fortunas em dólar, uma solução robusta e acessível se torna a arma secreta de gestores inteligentes para organizar processos e cortar gastos.

O cenário das Pequenas e Médias Empresas (PMEs) no Brasil vive um paradoxo: a necessidade de digitalização nunca foi tão alta, mas os custos de ferramentas de gestão “de grife” (como Zendesk ou Freshdesk) tornaram-se proibitivos para muitos caixas.
É nesse vácuo que o GLPI deixou de ser apenas uma ferramenta de “meninos da informática” para se tornar o braço direito de diretores e donos de empresas que não podem mais se dar ao luxo de perder dinheiro com desorganização.
Se sua empresa ainda gerencia problemas por WhatsApp, grupos de e-mail ou (pior) post-its na tela do monitor, este artigo é o alerta que você precisava ler antes de 2025 chegar.
O Custo Oculto da Desorganização Digital
O maior ladrão de lucros em uma PME não é a falta de vendas, é a ineficiência operacional. Imagine a seguinte situação: um vendedor não consegue emitir nota porque o sistema travou. Ele manda um WhatsApp para o “cara da TI”. O técnico esquece de responder. O cliente desiste da compra.
Isso não é um problema técnico; é um problema de fluxo. Sem uma ferramenta centralizada, você enfrenta:
- Perda de histórico: Ninguém sabe o que foi feito na manutenção passada.
- Redundância: Dois funcionários resolvendo o mesmo problema.
- Falta de métricas: Você não sabe quem trabalha mais ou onde estão os gargalos.
O GLPI elimina isso ao centralizar qualquer tipo de solicitação em um único lugar, transformando o caos em filas organizadas e mensuráveis.
2026: O Ano da Virada (LGPD, Auditoria e Segurança)
Por que a urgência para 2025? Porque o mercado está apertando o cerco. A “era do amadorismo” na gestão de dados acabou. Com a LGPD (Lei Geral de Proteção de Dados) multando empresas e clientes exigindo mais segurança, gerenciar acessos e dados de forma solta é um risco jurídico imenso.
O GLPI atua como uma ferramenta definitiva de Governança. Ele registra:
- Quem pediu o quê.
- Quem autorizou.
- Quando foi feito.
- Onde está o ativo (computador, celular, veículo).
Isso não é burocracia; é a blindagem que sua empresa precisa para passar por auditorias e evitar processos.
Não é só TI: O GLPI Serve para Toda a Empresa
Um dos maiores mitos é achar que o GLPI serve apenas para consertar computadores. A flexibilidade da ferramenta permite que ela seja o cérebro operacional de diversos segmentos.
Veja como diferentes departamentos podem usar a mesma plataforma:
1. Recursos Humanos (RH)
- Fluxo: Solicitação de férias, onboarding de novos funcionários, dúvidas sobre benefícios.
- Vantagem: Tudo fica documentado, evitando o “disse-me-disse”.
2. Manutenção Predial e Facilities
- Fluxo: Ar-condicionado quebrado, lâmpada queimada, limpeza agendada.
- Vantagem: Controle de SLA (tempo de atendimento) das empresas terceirizadas.
3. Jurídico e Administrativo
- Fluxo: Análise de contratos, solicitações de compras, reembolso de despesas.
- Vantagem: Aprovações hierárquicas (o gestor precisa aprovar o gasto antes do chamado prosseguir).
A Matemática da Economia: Reduzindo Custos em até 50%
A conta é simples. As grandes plataformas de Service Desk cobram por agente/mês, geralmente em dólar. Para uma PME com 5 a 10 atendentes, essa conta no final do ano pode custar o preço de um carro popular.
O GLPI é Open Source. Isso significa que você não paga licença de uso. Você investe apenas na implantação, customização e suporte (opcional).
O resultado? Empresas que migram para o GLPI relatam uma redução imediata no orçamento de software, liberando verba para investir no que realmente importa: o crescimento do negócio.
Os “Problemas Invisíveis” que o GLPI Resolve
Muitos empresários só percebem o valor da ferramenta quando veem os relatórios. O GLPI resolve dores que você nem sabia que tinha:
- Inventário Fantasma: Descubra equipamentos que a empresa comprou e sumiram (ou estão com ex-funcionários).
- Contratos Vencidos: O sistema avisa antes de renovar contratos de fornecedores que você não usa mais.
- Produtividade da Equipe: Saiba exatamente quantos chamados cada funcionário resolveu e qual o tempo médio de atendimento.
Conclusão
Migrar para o GLPI em 2025 não é apenas uma troca de software; é uma mudança de mentalidade. É sair da gestão reativa (“apagar incêndios”) para a gestão proativa e estratégica.
Seu concorrente provavelmente ainda está perdido em grupos de WhatsApp. Essa é a sua chance de profissionalizar sua operação, blindar sua empresa juridicamente e economizar milhares de reais no processo.

Se você quiser suporte, implantação ou consultoria completa em GLPI e automação para sua empresa, entre em contato com a SM Tecnologia:
🌐 Site: www.tibpo.com.br
📧 E-mail: glpismtech@gmail.com
📱 WhatsApp: (11) 96492-2327